NOSSA CASA

29 de jan. de 2014

O que a Umbanda é para mim...






            A Umbanda para mim é apenas um caminho, como poderia ser qualquer outro.


            Acontece que foi na Umbanda que encontrei as respostas que eu tanto buscava...
 
            ...Foi na Umbanda que eu consegui compreender a necessidade de haver todos os outros seguimentos, graus, degraus, fundamentos e filosofias e, assim, viver em paz diante de qualquer um...
 
            ...Foi na Umbanda que compreendi que tenho muito trabalho a realizar comigo mesma e que não tenho tempo à perder apontando falhas alheias para consolar meu orgulho e ego feridos...
 
            ...Foi na Umbanda que o meu espírito encontrou um caminho para que eu experimentasse e sentisse várias vidas em apenas uma vida. Uma forma rápida para compreender o quanto a minha vida é boa e o quanto eu tenho a agradecer...
 
            ...Foi na Umbanda que percebi que Deus realmente está em mim e que sou capaz de absolutamente tudo que meu eu determinar e desejar realizar. Nunca mais precisei olhar para o céu para buscar Deus, toda vez que necessito desta proximidade me volto para o meu interior...
 
            ...Foi na Umbanda que aprendi o meu valor inestimável como indivíduo, como exemplar único e raro; sou simplesmente uma obra prima feita por Deus. Mas, também foi na Umbanda que aprendi que sou parte de um todo e que cada ato meu reflete em tudo e em todos...
 
            ...Foi na Umbanda que compreendi que eu não devo buscar pela santidade, que a real necessidade é buscar o equilíbrio entre minhas forças boas e ruins. E foi assim que nunca mais me senti frustrada, porque hoje eu busco por algo que sei que poderei alcançar...
 
            ...Foi na Umbanda que aprendi que tudo o que vem de Deus é realmente belo, rico, abundante, próspero e que eu tenho o dever de desejar tudo de melhor para minha vida. Compreendi que ser próspero não é feio e que ser humilde não significa ser miserável. O que trago no meu coração e em meus atos é o que dirá quem realmente sou...
 
            ...Foi na Umbanda que entendi o valor de um amigo sincero pois, eu nunca mais estive só e por outro lado, foi na Umbanda também que aprendi que a melhor companhia para mim, sou eu mesma satisfeita com minhas escolhas...
 
            ...E por falar em escolhas, foi na Umbanda que aprendi que minha vida é justamente vivenciar consequências das minhas escolhas e que uma vida boa, depende exclusivamente disso...
 
            ...Foi na Umbanda que aprendi que a felicidade é um exercício que devo praticar todos os dias e que um bom começo é ser grata por tudo que já possuo..
 
            ...Enfim, foi na Umbanda que pude sentir o sabor de ser livre, de ser plena, de aprender a amar, de não me preocupar com o que os outros pensam ou deixam de pensar a meu respeito, de não precisar me aprisionar à dogmas, de poder lutar em um dia por um conceito e no outro atingir a compreensão de que não é nada daquilo e assim, evoluir sempre!!!
 
Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá

22 de jan. de 2014

Respondendo uma pergunta.... O guia e a sua linha de trabalho.





Porque que os guias de Umbanda se identificam como pertencendo a uma linha de Orixá?

 
Então vamos por partes pra tentar compreender tudo com maior clareza? Ok
 
1 - Os Orixás são energias, são energias que emanam as qualidades de Deus. Portanto não são espíritos. Estas energias, que são qualidades de Deus, são responsáveis pela CRIAÇÃO E PELA SUSTENTAÇÃO DA VIDA. Além da criação e sustentação da vida, estas energias (os Orixás) despertam o homem em seus sentidos: Físico, mental e espiritual, como forma de impulsionar a evolução.
 
2 - Os 7 Orixás, ou as 7 energias Divinas, são:
            1 - Cristalina: Ligada diretamente ao Ser Supremo (Deus), é a energia que engloba tudo e de onde tudo converge, é o eixo vertical. Desperta no ser racional a fé, a busca pelo ser Divino que habita em nós, a necessidade da evolução. Representada por Olurum (Deus), Oiá e Oxalá.
            2 - Vegetal: Ligada diretamente a flora, ao sustento e a cura. Desperta no ser racional a necessidade da busca pelo conhecimento, pelo raciocínio, pelo questionamento e o instinto de auto preservação. Aliás não há como separar conhecimento de cura, na realidade trata-se de uma única especialidade, porque somente através do conhecimento é que se alcança a cura. Representada por Oxossi, Obá e Ossãe.
            3 - Mineral:  Ligada diretamente ao amor fraterno, ou seja, amar sem olhar a quem. Amar pela simples capacidade de apreciar a vida com o justo valor que ela traz em si. Desperta no ser racional a necessidade de se confraternizar, de amar sem interesse, a necessidade da concepção da vida. Representada por Oxúm e Oxumaré.
            4 - Ígnea: Ligada diretamente a justiça Divina, onde irá transforma tudo o que tocar. Desperta no ser racional a compreensão da ética e bons costumes, o bom convívio social e moral, a busca pelo equilíbrio e a solidez. Estimula a razão. Representada por Xangô e Egunitá.
            5 - Aquática: Ligada diretamente a geração e criatividade. Desperta no ser racional a necessidade da criação do novo em busca do melhor e a continuidade da espécie. Influencia diretamente no controle emocional, buscando sempre pela mansidão e sentimento de liberdade. Estimula a intuição. Representada por Iemanjá e Omulú; e pelas senhoras das águas Oxúm: água e minério; Nanã: água e terra; Iansã: água e fogo.
            6 - Eólica: Ligada diretamente ao movimento e a ordem. Desperta no ser racional a necessidade de buscar uma melhora em todos os sentidos da vida, de organizar a vida para o bem viver, o cumprimento das Leis Divinas, a retidão, a disposição, a honestidade, a garra, etc... Representada por Ogum e Iansã.
            7 - Telúrica: Ligada diretamente na experiência, base e firmeza. Desperta no ser humano a necessidade de buscar por todas informações acumuladas em seu ser para melhor escolher, de buscar a determinação para cumprir com aquilo que se propôs, buscar a piedade e a paciência. Estimula o saber e a evolução. Representada por Nanã Burôque e Ibejí.
 
             3 - Sendo assim, temos as 7 energias Divinas ou as 7 linhas de Umbanda, que estão diretamente ligadas à criação, a sustentação e à evolução dos seres, enfim, os Orixás e suas funções.
            Para que tais energias sejam direcionadas de forma inteligente em prol da Criação e da evolução, existem entidades de elevada envergadura, também conhecidas como Engenheiros Siderais ou Orixás Menores, que detém o conhecimento de cada energia, para assim formar as linhas de trabalho. Estas entidades estão completamente desligadas do compromisso reencarnatório e dentre suas incumbências está a liderança de falanges de espíritos (caboclos, pretos velhos, baianos, boiadeiros, etc) que militam na Umbanda.
 
            4 -Como criaturas que somos, no exato momento da nossa criação, havia em maior evidência um fluxo energético dual, ou então, podemos dizer que existia um fluxo de energia divina no pólo positivo e outro fluxo de energia divina no pólo negativo. Ou seja, uma linha para cada pólo. Compreendemos com isso, que mesmo tendo em nós um pouco de cada uma das 7 energias divinas, um par em especial, é o que possui maior ação em nós e, por esta razão exerce maior influência em nossa personalidade individual.
            Exemplo: Aquele que foi criado dentro do fluxo energético de Ogum e Iemanjá, inevitavelmente trará em sua personalidade um traço mais acentuado em obedecer rigidamente regras, em colocar ordem por onde passar, em impor sua vontade com autoritarismo, em se ligar com afinco a família, em buscar por coisas novas, em ser mais lamentoso e em ter um sexto sentido mais apurado. Então podemos perceber que essa pessoa possui em si qualidades e também traços a serem aprimorados de acordo com as energias a que pertence.
            Todos nós, criaturas, possuímos qualidade e tendências negativadas, de acordo com as energias as quais pertencemos e as quais estamos no hoje diretamente ligados. Porque no momento do nosso encarne, o mesmo processo acontecerá e seremos da mesma maneira influenciados pelas energias que regiam o momento de nossa reencarnação. Sendo assim, compreendemos que no momento de criação os Orixás regentes são nossos Ancestrais e que no momento de nossa encarnação estaremos sob a influência dos Orixás chamados de Ajuntós.
            5 - O mesmo se dá com os guias que trabalham na Umbanda, porém, é claro que estaríamos observando por um prisma de maior evolução, e não os colocando na mesma face de imperfeições em que estamos.
            Estas entidades, unindo suas qualidades natas devido seus Orixás Ancestres, mais todo o conhecimento adquirido ao longo de várias encarnações se juntam a egrégora que é regida pelo Orixá Menor que se afinizam às suas energias, para serem direcionados nos trabalhos que necessitam ser realizados junto aos irmãos em condições menos afortunadas, formando assim as falanges de trabalhadores da Umbanda.
            O guia ao se apresentar costuma se identificar dizendo a qual linha pertence e ao fazer isto, de uma forma indireta estará dizendo o tipo de trabalho que está ligado, qual a especialidade que ele atua e o que ele espera despertar naqueles que por ele buscar. E isto é feito para que o corpo mediúnico se conscientize das diretrizes que a casa e o próprio médium atuam.

Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá

17 de jan. de 2014

Elementais



 

Os sábios da Antiguidade acreditavam que o mundo era formado por quatro elementos básicos: terra, água, ar e fogo. Não obstante, com o transcorrer do tempo, a ciência viesse a contribuir com maiores informações a respeito da contribuição da matéria, não tornou o conhecimento antigo obsoleto. A medicina milenar da China, por exemplo, que já começa a ser endossada pelas pesquisas científicas atuais, igualmente identifica os quatro elementos. Sob o ponto de vista da magia, os quatro elementos ainda permanecem, sem entrar em conflito com as explicações científicas modernas. Os magistas e ocultistas estabeleceram um classificação dos elementais sob o ponto de vista desses elementos, considerando-os como forças da natureza ou tipos de energia.

Os seres elementais, irmãos nossos na criação divina, têm uma espécie de consciência instintiva. Podemos dizer que sua consciência está em elaboração. Apesar disso, eles se agrupam em famílias, assim como os elementos de uma tabela periódica.
Os elementais são entidades espirituais relacionadas com os elementos da natureza. Lá, em meio aos elementos, desempenham tarefas muito importantes. Na verdade, não seria exagero dizer inclusive que são essenciais à totalidade da vida no mundo. Através dos elementais e de sua ação direta nos elementos é que chegam às mãos do homem as ervas flores e frutos, bem como o oxigênio, a água e tudo o mais que a ciência denomina como sendo forças ou produtos naturais. Na natureza, esses seres se agrupam segundo suas afinidades.


Estes agrupamentos que são as famílias elementais citadas acima, e como as denominamos, estão profundamente ligadas a este ou àquele elemento: fogo, terra, água e ar, conforme a especialidade, a natureza e a procedência de cada uma delas.
Os elementais procedem de uma larga experiência evolutiva nos chamados reinos inferiores e, como princípios inteligentes, estão a caminho de uma humanização no futuro, que somente Deus conhece. Hoje, eles desempenham um papel muito importante junto à natureza como um todo, inclusive auxiliando os encarnados nas reuniões mediúnicas e os desencarnados sob cuja ordem servem. Eles diferem de outros espíritos da natureza por não se apresentarem sempre com a mesma forma, definida, permanente. São constituídos de uma substância etérea, absorvida dos elementos da atmosfera terrestre. Muitas vezes apresentam-se como se fossem feitos de luz e lembram pirilampos ou raios. Também conseguem se manifestar, em conjunto, com um aspecto que remete aos efeitos da aurora polar ou do arco-íris.


Os silfos são, entre todos os elementais, os que mais se assemelham às concepções que os homens geralmente fazem a respeito de anjos ou fadas. Correspondem às forças criadoras do ar, que são uma fonte de energia vital e poderosa. Muitos elementais da família dos silfos possuem uma inteligência avançada e, devido ao grau de sua consciência, oferecem sua contribuição para criar as correntes atmosféricas, tão preciosas para a vida na Terra. Especializaram-se na purificação do ar terrestre e coordenam agrupamentos inteiros de outros elementais. Quanto à sua contribuição nos trabalhos práticos da mediunidade, pode-se ressaltar que os silfos auxiliam na criação e manutenção de formas-pensamento, bem como na estruturação de imagens mentais. Nos trabalhos de ectoplasmia, são auxiliares diretos, quando há a necessidade de reeducação de espíritos endurecidos.


Duas classes de elementais que merecem atenção são as ondinas e as ninfas, ambas relacionadas ao elemento água. Geralmente são entidades que desenvolvem um sentimento de amor muito intenso. Vivem no mar, nos lagos e lagoas, nos rios e cachoeiras. As ondinas estão ligadas mais especificamente aos riachos, às fontes e nascentes, bem como ao orvalho, que se manifesta próximo a esses locais. Não podemos deixar de mencionar também sua relação com a chuva, pois trabalham de maneira mais intensa com a água doce. As ninfas, elementais que se parecem com as ondinas, apresentam-se com a forma espiritual envolvida numa aura azul e irradiam intensa luminosidade.


A diferença básica entre elas é a suavidade e a doçura das ninfas, que voam sobre as águas, deslizando harmoniosamente, como se estivessem desempenhando uma coreografia aquática. Para completar, temos ainda as sereias, personagens mitológicos que ilustram por séculos as histórias dos marinheiros. Na realidade, sereias e tritões são elementais ligados diretamente às profundezas das águas salgadas. Nas atividades mediúnicas, são utilizados para a limpeza de ambientes, da aura das pessoas e de regiões astrais poluídas por espíritos do mal.


As fadas são seres em transição entre os elementos terra e ar. Note que, embora tenham como função cuidar das flores e dos frutos, ligados a terra, elas se apresentam cuidar das flores e dos frutos, ligados a terra, elas se apresentam com asas. Pequenas e ágeis irradiam luz branca e, em virtude de sua extrema delicadeza, realizam tarefas minuciosas junto à natureza. Seu trabalho também compreende a interferência direta na cor e nos matizes de tudo quanto existe no planeta Terra. Como tarefa espiritual, adoram auxiliar na limpeza de ambientes de instituições religiosas, templos e casas espíritas. Especializaram-se em emitir determinada substancia capaz de manter por tempo indeterminado as formas mentais de ordem superior. Do mesmo modo, auxiliam os espíritos superiores na elaboração de ambientes extra físicos com as aparências belas e paradisíacas. E, ainda, quando espíritos perversos são resgatados de seus antros e bases sombrias, são as fadas, sob a supervisão de seres mais elevados, que auxiliam na reconstrução desses ambientes. Transmutam a matéria astral impregnada de fluidos tóxicos e daninhos em castelos de luz e esplendor.


Temos ainda as salamandras, que são elementais associados ao fogo. Vivem ligados àquilo que os ocultistas denominaram éter e que os espíritas conhecem como fluído cósmico universal. Sem a ação das salamandras o fogo material definitivamente não existiria. Como o fogo foi, entre os quatro elementos, o primeiro manipulado livremente pelo homem, e é parte de sua história desde o início da escalada evolutiva, as salamandras acompanham o progresso humano há eras. Devido a essa relação mais íntima e antiga com o reino hominal, esses elementais adquiriram o poder de desencadear ou transformar emoções, isto é, podem absorvê-las ou inspirá-las. São hábeis ao desenvolver emoções muito semelhantes às humanas e, em virtude de sua ligação estreita como o elemento fogo, possuem a capacidade de bloquear vibrações negativas, possibilitando que o homem usufrua de um clima psíquico mais tranquilo. Nas tarefas mediúnicas e em contato com o comando mental de médiuns experientes, as salamandras são potentes transmutadores e condensadores de energia.


Auxiliam sobremaneira na queima de objetos e criações mentais originadas ou associadas à magia negra. Os espíritos superiores as utilizam tanto para a limpeza quanto para a destruição de bases e laboratórios das trevas. Habitados por inteligências do mal, são locais-chave em processos obsessivos complexos, onde, entre diversas coisas, são forjados aparelhos parasitas e outros artefatos. Objetos que, do mesmo modo, são destruídos graças à atuação das salamandras.

 

Os duendes e gnomos são elementais ligados às florestas e, muitos deles, a lugares desertos. Possuem forma anã, que lembra o aspecto humano. Gostam de transitar pelas matas e bosques, dando sinais de sua presença através de cobras e aves, como o melro, a graúna e também o chamado pai do mato. Excelentes colaboradores nas reuniões de tratamento espiritual são eles que trazem os elementos extraídos das plantas, o chamado bioplasma. Auxiliam assim os espíritos superiores curativos, de fundamental importância em reuniões de ectoplasmia e de fluidificação das águas.


Temos ainda os elementais que se relacionam à terra, os quais chamamos de avissais. Geralmente estão associados a rochas, cavernas subterrâneas e, vez ou outras, vêm à superfície. Atuam como transformadores, convertendo coadjuvantes no trabalho dos bons espíritos, notadamente quando há a necessidade de criar roupas e indumentárias para espíritos materializados. Como estão ligados à terra, trazem uma cota de energia primária essencial para a reconstituição de aparência perispiritual de entidades materializadas, inclusive quando perderam a forma humana ou se sentem com os membros e órgãos dilacerados.

 

Os elementais são seres que ainda não passaram pela fase de humanidade. Oriundos dos reinos inferiores da natureza e mais especificamente do reino animal, ainda não ingressaram na espécie humana. Por essa razão trazem um conteúdo instintivo e primário muito intenso. Para eles, o homem é um deus. É habitual, e até natural, que obedeçam ao ser humano e, nesse processo, ligam-se a ele intensamente. Portanto, meu filho, todo médium é responsável não só pelas comunicações dadas por seu intermédio, mas também pelo bom ou mau uso que faz potências e seres da natureza.

 

PINHEIRO, ROBSON. ARUANDA. PAG.90-98. 13ª ED. REV. E AMPL. – CASA DOS ESPÍRITOS EDITORA: 2011.

 

Abraços e Luz,

Mãe Solange de Iemanjá

16 de jan. de 2014

Conceito básico sobre os elementais





Os elementais são seres primários da criação divina, que atuam na geração e sustentação da natureza. Estão diretamente ligados aos quatro elementos naturais (água, fogo, terra e ar), por isso conhecidos como elementais e, à eles se integram potencializando e revitalizando tais energias.
 
            Estes seres não possuem consciência racional. São seres que agem de maneira instintiva, assim como os animais e, dentro do instinto de preservação, unem-se em grupos distintos e familiares. Exemplo: Os leões se juntam em grupos familiares com outros leões e leoas, macacos se unem com outros macacos e, da mesma forma, fadas, duendes, gnomos, silfos, salamandras, ninfas, etc.
 
            Dentro deste instinto há o ímpeto de se unir àqueles que sustentam sua forma de vida, estimulando continuamente tais interesses. Exemplo: Assim como um animal que é alimentado e bem tratado pelo seu dono faz de tudo para permanecer próximo à ele e para agradá-lo, o elemental que é alimentado e direcionado por uma mente racional, faz de tudo para influenciar o campo mental e astral desta pessoa para que a parceria não se desfaça. Sendo assim, o médium além da responsabilidade sobre seu dom em contato com as entidades astrais, ainda será responsabilizado pelos direcionamentos e ligações que fará com os seres elementais.
 
            Quando dizem que há determinados elementais com altos graus de intelecto, devemos compreender que este grau se dá dentro dos parâmetros dos irracionais que obedecem a inteligência Cósmica.
Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá