NOSSA CASA

30 de set de 2013

Tatuagem... O que a espiritualidade nos diz à esse respeito.




            Fomos informados pelas entidades que existe uma legião de espíritos vampiros que se alimentam da energia de masoquistas e afins.

            A sessão de tatuagem nada mais é do que uma sessão de sadomasoquismo, onde pessoas se propõem por livre e espontânea vontade a se submeter a uma agressão e agredir, que é óbvio, irá gerar dor sem que isto seja necessário para salvar uma vida. Exemplo: cirurgias onde as pessoas por vontade própria se submetem a agressão e trauma físico para manter a vida.

            O tatuador, por assumir seu posto, mesmo que inconscientemente entra no papel do sádico, já que sabe que vai causar sofrimento desnecessário à outros.

            Também sabemos que a tatuagem não marca apenas o corpo físico, ela atinge o corpo astral e estas marcas serão como que um estigma que identificará o grupo ao qual tal pessoa pertencerá após seu desencarne.

            Estes vampiros, ao se ligar à uma pessoa, o induz através do seu mental a fazer mais e mais tatuagens.

            Basta observar: Dificilmente a pessoa que faz uma tatuagem, permanece apenas em uma.

            Com o passar do tempo, a pessoa não será vampirizada apenas na energia da dor (masoquismo) e nos desvios de fluxo energético causados pelo desenho em si e, sim em seu fluído vital gerando primeiramente um forte desânimo que com o passar do tempo poderá resultar em alguma doença, devido a desvitalização.

            Fora essa ligação com esta classe de vampiros, o próprio desenho condensa a energia do tatuador. Então imaginem que cada desenho fixará a verdadeira energia que o tatuador trás no seu íntimo.

            Como diz o Caboclo Cobra Coral: - A ignorância protege o filho.

            Porém, podemos perceber que muitas vezes, mesmo a pessoa desconhecendo estes fatores acima citados, acabam por sofrer consequências ao serem sugados constantemente.

            Não costumamos fazer proibições, cada um é detentor do livre arbítrio, e vai agir conforme suas consciências porém, um dos quesitos básicos de um bom médium é a disciplina e obediência aos ensinamentos passados.
 

Vamos a história...
 

            A tatuagem existe a mais de 3500 anos, ela representava a personalidade das pessoas. Servia também para indicar quais os indivíduos faziam parte da mesma comunidade e, assim o é até hoje no plano astral.

            Os povos PRIMITIVOS tinham tatuagem para representar os fatos mais importantes de sua vida, como por exemplo, o nascimento, a puberdade, o desenvolvimento e a morte.

            Eles se tatuavam também para mostrar sua vida social, como na época em que viraram guerreiros, sacerdotes e reis. A tatuagem para eles também servia para identificar prisioneiros, exigir proteção e celebrar a vida.

            Os cristãos se reconheciam através das tatuagens que tinham no corpo, como desenhos de cruzes, peixes, letras gregas e pelas letras IHS. Isso ocorria na era Cristã.

            Épocas que foram marcadas literalmente por: distorções do Divino e do Sagrado, simbolismos, brutalidades e enrijecimentos espirituais.

            Como tudo segue o rumo da evolução, tais práticas foram aos poucos sendo deixadas de lado. Espíritos com maior grau de evolução que reencarnavam, já não compactuavam com tais práticas de sacrifícios, deixando para a modernidade um ato praticado apenas pela marginalidade, onde ganhou ênfase e muitos adeptos nos presídios espalhados munda à fora, justamente devido a condição de enrijecimento de seus espíritos.

            Posteriormente, culminou num modismo, onde os incautos se deixam seduzir por falanges de vampiros que se especializaram na influência dos mentais dos menos avisados. Iniciaram tal trabalho através dos formadores de opiniões (astros e estrelas, artistas de vários seguimentos e famosos em geral) que nada mais são, do que pessoas com alto grau de sensibilidade (médiuns), desequilibrados emocionalmente em sua grande maioria e portanto, completamente vulneráveis à tais ataques, sendo assim, grandes influenciadores de massa.

            Para ser radical porém, para maior compreensão, ao falarmos de tatuagem seria o mesmo que falar: - Que tal oferendarmos aos Orixás uma vida humana? Um ato bárbaro, sem sentido algum.

            Dentro deste radicalismo, fica fácil compreender que a tatuagem é uma agressão, uma violência, uma barbárie completamente desnecessária e instintiva (animalesca), comportamento este, que não cabe mais dentro do grau evolutivo em que nos encontramos na atualidade do planeta.

 
Vamos aos sentimentos e situações....
 

            Todos aqueles que possuem tatuagens, tentem recordar do momento em que decidiram fazê-las e notarão que a maioria de vocês tomou esta decisão num momento de baixa estima ou de problemas que os estavam afetando seriamente, abalando o emocional.

            Esta legião de espíritos vampiros é muito astuta. Compreendam como fazem tal influência no mental das pessoas:

            Alguns de vocês vão dizer: - Eu estava muito feliz, nasceu meu filho. Ou então dirão: - Tatuei o nome dos meus pais ou filhos porque os amo e nunca vou me arrepender desta escolha.

            Pois bem, e eu digo sem receio de errar: - Vocês, no momento que decidiram fazer tal tatuagem, realmente estavam felizes com um nascimento, namoro ou situação; sentindo um grande amor pelos pais e filhos porém, nesta época alguma coisa não ia nada bem com vocês. Havia algo que os afligiam profundamente, desequilibrando o emocional de vocês.

            É ai que entra a astúcia desses vampiros. Eles se aproveitam destas fraquezas e desequilíbrios emocionais para influenciar o mental das pessoas, mascarando tal iniciativa com um motivo nobre ou de plena felicidade, o que na verdade é o que mais as pessoas almejam nestes momentos. Se sentir feliz, bem, em paz e satisfeitas é o grande anseio inconsciente do momento!

            Outro ponto muito interessante, é que ninguém, simplesmente tem essa idéia por si só. Geralmente, as pessoas que acabam tomando a decisão de fazer uma tatuagem, tem ou teve contanto muito próximo e importante durante um bom tempo com outro alguém que as tenham feito (esposas, maridos, namorados, irmãos, melhores amigos, etc). Outra situação que mostra a astúcia destes vampiros, que permanecem sorrateiramente no meio de vivência daqueles que já os acolheram em seu campo astral, prontos para intentar contra qualquer um que faça parte da vida de suas vítimas que se mostre acessível às suas influências, transformando-os em mais uma fonte segura de energia.

            Gostaria que fizessem uma retrospectiva destes momentos, onde tomaram a decisão de se tatuar apenas a título de constatação destes fatos narrados acima.

            É claro que sabemos, que em humanas não há exatas, ou seja, isso não quer dizer que este ou aquele não possa ter passado por uma situação diferente das que foram narradas acima porém, a grande maioria se enquadra nas descrições então, peço sinceridade para podermos estudar com realidade estas situações.
 

Vamos falar um pouquinho da defesa do eu....
 

            Justamente devido ao grau de evolução atingidos nos dias de hoje encontramos, no nosso íntimo, sentimentos, sensações, percepções de que a tatuagem não é algo bom, ou ao menos, que não é uma simples brincadeira.

            Geralmente vem o medo, a cisma ou a dúvida até finalmente juntar coragem para fazê-la. Na verdade isto nada mais é do que o nosso próprio corpo sensorial tentando nos defender do ataque que estamos sofrendo e que estamos prestes a sucumbir.

            Ao utilizar do livre arbítrio para fazer a tatuagem, naturalmente estamos dispensando a intervenção de mentores e protetores porém, nosso próprio eu tenta exaustivamente nos defender. É claro que isto não é consciente mas, são sensações que geram estas dúvidas e incertezas, na intenção de nos fazer desistir do intento.
 

Vamos falar sobre comportamentos...
 

            O fato da tatuagem ser antiga ou nova não muda nada, o que faz a diferença é ter entrado nesta sintonia. Isto não quer dizer que somos vampirizados constantemente, podemos passar por fases que não aconteça porém, vamos dizer assim, os tatuados estarão constantemente sujeitos à estes ataques, basta cruzar com um vampiro que atue neste egrégora e note sua presença.

            A ignorância a respeito do assunto, dá literalmente uma certa proteção, fazendo com que os ataques e vampirização não sejam tão eficazes. Agora, o saber, trás completa responsabilidade e consequências das escolhas feitas. Sendo assim, a pessoa que está ciente das situações aqui descritas e mesmo assim optar por fazer uma tatuagem, arcará com todas as consequências de suas escolhas. Podendo sofrer sérios danos de ordem física, mental e espiritual.

            As marcas ou estigmas causadas pelas tatuagens no corpo astral levarão algumas encarnações para se desfazer por completo, enquanto isto não ocorrer, estas pessoas continuarão vulneráveis à estes tipos de entidades, que além de sugar as energias das pessoas enquanto se encontram encarnadas, também tentarão subjugá-las e transformá-las em escravas após o desencarne, para engrossar seus agrupamentos.

            Ao ingressar numa corrente mediúnica, ou em qualquer outra egrégora espiritual, a pessoa passa a ter uma proteção em relação à estes vampiros, sendo literalmente defendida, devido sua ignorância do assunto. Visto que, com toda certeza já sofreu as consequências, sendo sugada, durante o tempo em que viveu longe de uma egrégora que a protegesse.

            Agora, vale ressaltar mais uma vez, que aqueles que possuem o conhecimento de tudo o que está sendo exposto neste texto e mesmo assim optar por se tatuar, arcará com todas as consequências de sua escolha. Afinal, se este texto chegou até você, não foi à toa, ou você acredita em coincidências?

            Os templos possuem guardiões que vão barrar a entrada destas entidades nos trabalhos realizados. Sendo assim, em nada influenciarão nos demais filhos da corrente ou nos trabalhos realizados no templo porém, a espiritualidade nos avisam que eles estarão lá, do lado de fora, aguardando o retorno daqueles que se uniram à eles por escolha própria. Os mentores, guias, guardiões e afins, nada poderão fazer a favor destas pessoas além de lhes aconselhar, vão respeitar a lei do livre arbítrio, deixando que aprendam com suas próprias experiências e dores.

            E agora?

            Agora, você que é integrante de uma corrente mediúnica e por ignorância entrou nesta faixa vibracional, receberá proteção contra estes seres através dos guardiões da casa a qual pertence. Porém, precisamos deixar muito claro que o que o manterá com total defesa será sua conduta moral, suas atitudes perante si e a vida. Estes quesitos mantidos com retidão formará um escudo que o protegerá de qualquer tipo de ataque, mesmo que seja identificado como integrante destas legiões pelo estigma que trás.
 

            Lembrem-se, as escolhas serão sempre nossas!
 

Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá

26 de set de 2013

A incredulidade e os fenômenos da mediunidade - Norberto Peixoto



Por estas e outras razões é que no Templo TUCAL, o Caboclo Cobra Coral faz um trabalho árduo em relação ao ego, orgulho e vaidade dos médiuns. Vamos refletir um pouquinho mais em relação a isso.

Para reforçar o que foi dito neste vídeo indicamos a leitura: O Atendimento na Umbanda, em Aulas do Caboclo Cobra Coral do dia 25.07.13, em nosso site.

Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá

20 de set de 2013

Ibejí - Cosme Damião









           Sincretizado a São Cosme e São Damião, são conhecidos na Umbanda como o Orixá de amor e alegria. Os espíritos trabalhadores sob a influência de Ibejí apresentam-se normalmente sob o estereótipo de crianças, o que não quer dizer que realmente os são. Assumem este estereótipo para que através da simplicidade e descontração alcancem os corações mais enrijecidos.
            Seus domínios são os parques, jardins ou grandes gramados. Sua cor é o rosa e em alguns casos também é usado o azul claro leitoso ou ainda é usado em conjunto o rosa, azul e branco, os espíritos que trabalham sob a irradiação de Ibejí emanam inocência e de grande força espiritual.
            Os manifestadores de Ibejí complementam a trindade da Umbanda com a representação do início da vida física, irradiam pureza e uma forma mais leve de enxergar a vida. Um dos maiores ensinamentos que eles fazem questão de transmitir é a gratidão e o poder de apreciar tudo o que há de bom em nossas vidas desde as mais singelas até as conquistas marcantes. Nos ensinam a manter a positividade perante a vida.
            Nas obrigações a Ibejí, são utilizadas velas cor de rosa, pétalas de rosas de tonalidade rosa ou branca e águas da cachoeira.
            A bebida é a água pura, água com mel e nos terreiros, mais recentemente tem sido utilizada as águas de bolinhas (refrigerantes) que são oferecidos aos médiuns incorporados, assim como doces. Estes elementos tem um efeito de muleta psíquica ao ser distribuído aos frequentadores das giras, que mudam a frequência vibracional, positivando-a ao acreditar que aquele doce de alguma forma trará benefício em suas vidas.
            A Eles podemos pedir proteção e firmeza para nossas vidas e filhos. Podemos ainda pedir proteção contra demandas e malefícios de toda espécie, e principalmente devemos pedir a Eles proteção para crianças enfermas. As crianças sempre nos ajudarão em tudo o que for permitido. Peça que o abençoe sempre que precisar, mas lembre-se de fazer seu pedido com o coração isento de mágoas, ódios, ou pensamentos negativos. Por serem espíritos superiores, eles não se aproximam de pessoas envoltas em tais vibrações ou interesseiras.
            Eles se incubem das tarefas de proteger as crianças enquanto cultivam a inocência.
            Eles também são infalíveis para encontrar coisas como: objetos perdidos, pontos afirmados e trabalhos como os de magia negra, etc.
 
            Curiosidades:
          
            Os manifestadores de Ibejí são comumente chamados pela alcunha de erê, palavra em Yorubá que na realidade significa brincadeira e não criança como muitos acreditam.
            Sua regência é sobre o chacra cardíaco.
            Oni Beijada! (yorubá) ou ainda, Beji, Beijada!
            Ele é dois!
            Cor                                   rosa / azul claro com branco
            Domínios                         parques, gramados e jardins
            Atuação                           contra doenças e feitiços
            Saudação                         Beji Beijada ou salve
 
Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá
          

17 de set de 2013

Egrégora...




O SIGNIFICADO DA EGRÉGORA

Egrégora: A corrente que sustenta a Umbanda
 

ESPIRITO + PERISPIRITO = CORPO ASTRAL

CORPO ASTRAL = ASTROSOMA

 

Se você é pai no santo ou médium freqüentador de algum terreiro, já deve ter pelo menos ouvido alguém dizer:

 

-“Olha a corrente, gente! Vamos concentrar”!

 

Você sabe realmente o que isso quer dizer? Muita gente (até as que falam) não sabem! O que é essa tal de “corrente”?

Será uma corrente de ferro ou de fibras que se forma no invisível? Será uma corrente que vai prender os espíritos? Será? Será?

Na verdade, quando um dirigente (quando bem preparado) chama a atenção para a “corrente” é porque ele sentiu uma queda ou diminuição na energia ambiental (EGRÉGORA) que deve ser mantida pelos médiuns em um potencial elevado, de forma a manter os trabalhos em nível adequado, até mesmo por uma questão de auto-preservação.

Essa questão da “corrente” ou egrégora é tão importante que vamos nos aprofundar um pouco mais no assunto para que você possa perceber, se orientar e orientar a outros.

Vou tomar como exemplo uma gira de Umbanda, mas advirto que você pode adaptar minhas explicações para entender práticas espirituais, inclusive das Igrejas Evangélicas que fazem curas, etc.

Vamos considerar um grupo de 10 pessoas e partir do princípio de que TODAS ESTÃO UNIDAS POR UM MESMO IDEAL. Isso é à base de tudo!

Criada a egrégora como já vimos antes (pela união dos pensamentos direcionados aos mesmos fins), cada vez mais energias de mesma sintonia são atraídas para o ambiente. Essas energias somadas atuam imediatamente nas pessoas que ali estão, e em alguns casos, se for bem forte já começam a operar alguns “milagres”, desde que as pessoas estejam em estado de recepção (concentradas no ritual e ansiando por receberem um bem). As entidades afins (aí eu já estou falando de seres espirituais) penetram e até são atraídas para o interior. Entidades inferiores tendem a ser barradas por uma força invisível (a energia) que a princípio é incompatível com suas vibrações (isso se tudo estiver “correndo bem”).

Se uma entidade inferior for atraída para dentro da egrégora, ela fica de certa forma subjugada pela força desta e desse modo se consegue lhes dar um melhor encaminhamento para outros planos espirituais.

As entidades afins usam parte dessa energia para auxiliar os que ali estão na medida de suas possibilidades.

A técnica usada nos terreiros de Umbanda e Candomblé para formar a egrégora inicial (quando os grupos são bem dirigidos) está baseada nos rituais de “abertura”. Já nas Igrejas Evangélicas e outras, consiste basicamente nas pregações, que fazem com que os adeptos se concentrem ou dirijam seus pensamentos de acordo com a “pregação”.

 

Se você for um estudioso e não carregar preconceitos, notará que nessas “pregações” há sempre um direcionamento do raciocínio dos ouvintes de forma a fazê-los pensar positivamente e acreditarem firmemente na possibilidade de alcançarem os bens que foram procurar. Nesse momento, embora nem saibam às vezes, estão gerando a egrégora.

Fazer com que a assistência participe ativamente, pensando positivamente, deve ser parte obrigatória de TODAS as giras de Umbanda. Essa, no entanto é uma prática esquecida e o que vemos em muitos terreiros é uma assistência quase que sempre alheia, só participando em alguns momentos, de preferência quando vêm de encontro ao que lhes interessa.

Dessa egrégora, como já disse, são retiradas as energias para a realização dos trabalhos, o que vale dizer que se essa energia não for forte o suficiente, o mínimo que pode acontecer é acontecer nada.

Por outro lado, se a corrente ou egrégora das “giras” não for suficiente, várias complicações podem acontecer com o passar do tempo, sendo que, o(a) dirigente, por ser o centro maior das atenções e para quem convergem as maiores quantidades de energia ali geradas e mesmo as trazidas pelos assistentes, é quem sofre, por assim dizer, as maiores conseqüências dos trabalhos realizados sem a devida segurança.


Complicações que podem ocorrer ainda dentro da sessão:


1) Médium dirigente e/ou médiuns auxiliares não conectados positivamente com suas entidades de guarda o que pode provocar de imediato incorporações insatisfatórias, e insegurança - ANIMISMO.

2) Perturbações por intromissão de entidades do Baixo Astral que encontram entrada fácil nesses casos.

3) Problemas com médiuns e/ou assistência com relação até mesmo à integridade física, pois não é raro em sessões dessa natureza, haverem manifestações turbulentas de entidades descontroladas e médiuns idem.

4) Cansaço físico de dirigente e médiuns ao final dos trabalhos pela perda energética sofrida. O normal é que quando se encerram os trabalhos, todos os médiuns se sintam em perfeitas condições físicas e, não se tratando de trabalhos de descarga e de­sobses­são, é normal até que saiam sentindo-se melhor do que quando chegaram, justamente porque conseguiram atrair uma grande quantidade de energia positiva da qual, todos poderão desfrutar. Levando em consideração óbvia, em relação ao tempo de trabalho, preparo físico e desgaste natural.


Observação:

Existem mais situações que podem acontecer, mas vamos ficando por aqui, pois só as citadas já darão como conseqüências as que vêm após.


1) Enfraquecimento crescente dos contatos entidade/médium.

2) Corpo mediúnico cada vez mais inseguro.

3) Dificuldades crescentes para a realização de trabalhos.

4) Problemas começam a surgir na vida material de todos.

5) Discórdias entre o grupo; começam a gerar desentendimentos maiores.

6) Formam-se grupos dentro do grupo dividindo a energia ao invés de somá-la.

7) Doenças e dificuldades começam a aparecer.

 

8) Como os contatos espírito/médium já não são tão positivos, torna-se difícil ou impossível a solução de problemas que antes eram nada (aí, não raramente começam a se consultar em outros lugares).

9) Para sintetizar: Todos serão altamente prejudicados por seus próprios atos e desunião e, como ocorre normalmente, ao final ELEGERÃO SEMPRE UM CULPADO - ou o dirigente ou a própria Umbanda (no nosso caso).

Ainda sobre a egrégora de terreiros de Umbanda, é preciso que se explique que ela, além de ser formada e nutrida com a energia gerada em cada reunião, também é favorecida pelas “firmezas” ou “assentamentos” que devem ser tratados, reforçados e respeitados.

Mais uma explicação.

Assentamento, como muitos podem crer, não é prática exclusiva das religiões Afras. Até mesmo elas “importaram” essa prática de Seitas e Religiões muito mais antigas.                                    

Se os assentamentos estiverem bem “sintonizados” com as energias e entidades para os quais foram dirigidos, sabendo o/a dirigente acioná-los, eles serão de grande importância (caso contrário serão meros ocupantes de lugar), pois poderão trazer para o ambiente essas energias e entidades que beneficiarão sobremaneira a realização de trabalhos positivos.

Energia positiva atrai energia positiva (o oposto também vale).

Pensamentos (que geram energia) positivos atraem energias e fatos positivos (ou negativos...).

Medo, insegurança e discórdias quebram a rotina da criação e da ação de energias positivas.

Fé (certeza, convicção) provoca sempre a criação de energia e, quanto maior for maior será a ação dessa energia.

Egrégoras são energias que podem ser geradas e fortalecidas a cada dia. Se elas serão positivas ou negativas, dependerá de quem as criará.

Egrégoras (se positivas) são de utilidade total em qualquer reunião para trabalhos mediúnicos. Quanto mais fortes, maior o auxílio que podem prestar.

Egrégoras formam-se até mesmo em sua casa, seu ambiente de trabalho, etc. Só que nesses casos, como não costuma haver um direcionamento das energias que a formaram (a não ser em poucos casos), elas correm o risco de serem negativas.

Grupos desunidos, por mais forte que queira parecer o dirigente, estarão sempre a um passo da derrota em função de não conseguirem gerar o ambiente propício para a presença de Verdadeiros Espíritos Guias.

A disciplina e a união em torno de objetivos comuns são partes sólidas da base que construirá o verdadeiro Templo - aquele onde comparecerão sempre os Verdadeiros Amigos Espirituais.

A idéia coletiva dessas pessoas é o resultado do nascimento no astral de um astrosoma, conhecido como egrégora. Este astrosoma, ou egrégora, protegerá e estimulará o plano material da coletividade, analisando os recursos físicos de seus membros para que possam vir a serem usados e serem úteis na realização da idéia mãe.

A egrégora incita seus membros a trabalhar e a contribuir de todas as formas possíveis, no sentido de aumentar o número de adeptos da idéia mãe, ou ainda substituir os membros que se afastam, ou são afastados.

Imagine uma egrégora benigna em confronto direto com outra maligna.

Exemplo:

 

Trabalhos de magia positiva em confronto com magia negativa.

Umbanda X Quimbanda

As coletividades inimigas no plano astral lutam igualmente no plano material. Se no plano material os inimigos de uma egrégora destroem os corpos físicos de seus membros, o astrosoma das vítimas reforçará a egrégora no astral, como exemplo a perseguição dos cristãos por Judeus e pagãos, que terminou com o triunfo da egrégora cristã, uma vez que Jesus edificou sua igreja em Roma, sede do mundo pagão no início da era cristã. O astrosoma dos cristãos martirizados uniu-se no astral reforçando a egrégora, fortalecendo-a triunfalmente.

As egrégoras são a lei dos semelhantes em sua plenitude, podem ser benignas e construtivas ou malignas e destrutivas.

As egrégoras são poderosíssimas na realização de idéias, se as idéias forem inspiradas por trevosos que encontrem acesso a mentes inteligentes propensas ao mal, os resultados serão funestos, como exemplo a egrégora nazista que exterminou milhões de pessoas neste século.

A manutenção de pensamentos sadios em egrégoras beneficentes, como é o caso da Umbanda ou outras religiões é primordial, fortalecendo desta forma a idéia mãe. Os adeptos das egrégoras benignas devem ser firmes em seus pensamentos e atitudes, evitando desta forma, ser afastados ou substituídos no caso divergência com a idéia mãe, o que fatalmente ocorrerá se determinado adepto desviar-se da diretriz.

 A lei de correspondência vibratória é plena na formação de egrégoras fazendo valer a lei “semelhante atrai semelhante”.

Algumas egrégoras com fundo religioso, porém fanáticas, podem destruir pessoas ou até nações inteiras se forem levadas ao fanatismo, como exemplo as nações muçulmanas que destroem e matam adeptos de egrégoras contrárias à sua idéia, levados ao extremo por uma diretriz maligna cravada no mundo muçulmano na época de seu nascimento.

O adepto umbandista deve ser forte e persistente na prática do bem, uma vez convicto do que é e do que pratica.

 

Vigie seus pensamentos.
 
Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá
 
Fonte: Povo de Luz
 
 
 

16 de set de 2013

O Atabaque e seus Fundamentos




 
O atabaque é um instrumento musical Sagrado na Umbanda, utilizado nos trabalhos espirituais para produzir vibrações energéticas, que são direcionadas pelo guia chefe, para determinados trabalhos realizados no terreiro.
Há três tipos de atabaques: O Rum, o Rumpi e o Lé.
O Rum é o primeiro atabaque, o maior entre os outros, e sempre é tocado pelo Ogan chefe, e só poderá ser tocado por outra pessoa, desde que o Ogan chefe permita. A função deste atabaque é dar os primeiros toques nos pontos, repicar e conduzir os trabalhos impulsionando energias, isso justifica tamanha importância e respeito por se tratar do atabaque do Ogan.
O Rumpi é o segundo atabaque, de tamanho médio, e poderá ser tocado por qualquer outro filho considerado um atabaqueiro, e autorizado pelo o Ogan chefe. A função do Rumpi é dar somente o ritmo do toque e manter a harmonia, tendo sua importância particular, pois ele é responsável por sustentar a energia básica trabalhada pelo toque.
O Lé é o terceiro atabaque, o menor entre os três, tocado pelo Ogan ou atabaqueiro iniciante, que ainda está em processo de aprendizado, seguindo sempre os toques do Rumpi. Pode ocorrer de que o guia chefe indique futuros Ogans e atabaqueiros, e o Ogan chefe tem o direito de compartilhar ou não desta indicação, caso seja compartilhada, cabe a ele designar o atabaque que será tocado pelo iniciante.
O atabaque é composto por 3 elementos naturais, que são: a madeira, o ferro e o couro.
A madeira, que é regida por Xangô, tem a função de equilibrar a vibração do som e sustentar o cumprimento da justiça divina durante os trabalhos.
O ferro, que é regido por Ogum, tem a função de fortalecer o trabalho realizado no atabaque, dando garra e força ao Ogan e demais atabaqueiros, para enfrentar as dificuldades que ocorrerem durante os trabalhos, e energeticamente garantir a ordem.
O couro, que é regido por Exú, tem a função de atrair parte das energias condensadas trabalhadas dentro do congá, auxiliando na limpeza das mesmas, e quando o Ogan toca o couro do atabaque, a vibração produzida pelo toque, quebra a contra parte etérea destas energias, dissolvendo-as no astral.
Sendo assim, o atabaque é responsável, juntamente com as entidades, pela manipulação de três energias básicas, que são: sustentação, ordem e movimento.
Ao ingressar com o atabaque dentro do terreiro, é iniciado um processo de limpeza, para descarregar todas as energias depositadas no atabaque, desde quando foi manipulado para sua fabricação, até o momento de ser comercializado.
Após ser descarregado, o guia chefe (dono do atabaque) imanta-o com suas mirongas, energizando-o e ligando-o com a energia da casa.
Feito isso, o atabaque está pronto para ser utilizado pelo Ogan ou atabaqueiro nos trabalhos realizados pelo terreiro.
A responsabilidade do Ogan ou atabaqueiro é:
1) Do Ogan:
- Avaliação e aprovação dos pontos cantados que serão introduzidos nos trabalhos;
- Conservação e manutenção da pasta de pontos cantados;
- Ensinar os preceitos de utilização dos atabaques, mantendo a disciplina;
2) Do Ogan e atabaqueiros:
 - Cumprir com os preceitos de utilização;
- Conservação e cuidado com os atabaques;
- Responsabilidade do transporte dos atabaques (trabalhos realizados fora do terreiro);
- Se aprofundar nos toque e pontos cantados, e em seus fundamentos.
Tendo em vista o exposto, os atabaques jamais deverão ser utilizados para quaisquer outros fins, a não ser para os trabalhos espirituais realizados pelo terreiro.
 
Texto: Ogan Diego Costa e Mãe Solange de Iemanjá
Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá

14 de set de 2013

Chacra básico



BÁSICO - Sentido da Geração- Regência: Orixá Universal IEMANJÁ.
 Mãe Iemanjá é o Trono Feminino da Geração. Irradia as Vibrações Divinas da Geração, o tempo todo, além de amparar e sustentar os seres que vivem de forma equilibrada este Sentido da Vida.
 O Fator Geracionista de Iemanjá gera o surgimento de todas as formas de vida. Além disso, Ela tem o Fator Criacionista, que desperta a nossa criatividade (novas soluções, novas idéias, novas formas de ver e pensar a vida etc.).
 Quando se vai iniciar algo novo, é importante um pedido de bênçãos à Mãe Geradora, para que esse projeto possa “nascer” devidamente abençoado por Ela.
 Seu elemento é a Água (símbolo do começo da Vida e também das emoções).
 Vale lembrar que a água é o elemento que melhor conduz energias e que melhor as absorve, também.
 Sobre o chacra Básico
 Localização: Base da coluna vertebral, logo acima dos órgãos reprodutores. Posição vertical, ele se abre para baixo. Forma um eixo magnético com o chacra da Coroa.
 Importância deste chacra: Dá sustentação aos demais chacras. Abrange: Alimentação, equilíbrio, saúde e finanças. Ligado às glândulas supra-renais, é o responsável pela absorção da “kundalini” (energia da terra) e pelo estímulo direto da energia no corpo e na circulação do sangue. Está relacionado diretamente com os membros inferiores e com os instintos físicos. Atua na irrigação dos órgãos sexuais. Por meio dele é que entram as energias que nos conectam com a terra e com o mundo exterior. Ligação com a terra, com o bem-estar físico, com o instinto de sobrevivência, com a vitalidade, também com a sexualidade. Está diretamente ligado à vontade, pois nos dá motivação e energia para agir, fazer, realizar, para ganhar nosso sustento, para enfrentar obstáculos etc. É ativado por um ato de vontade dirigida e controlada pelo indivíduo: o chacra Básico responde ao aspecto vontade. Da mesma forma que o Princípio “vida” está situado no coração, o Princípio da “vontade” de ser está situado no chacra Básico.
 Seu principal aspecto é a inocência, qualidade pela qual experimentamos a alegria pura, infantil, sem as limitações do preconceito e dos condicionamentos, e que nos dá dignidade, equilíbrio e um enorme senso de direção e propósito na vida. É simplicidade, pureza e alegria.
 Neste centro energético se unem matéria e Espírito.
 É o chacra onde a "serpente de Deus" (Energia Divina) experimenta duas transformações: a) A “serpente da matéria” permanece enrolada sobre si mesma. Quando despertamos a consciência de que somos seres de origem Divina, ela se transforma na “serpente da sabedoria”; b) A serpente da sabedoria sobe ao longo da coluna, até chegar ao topo da cabeça (Coronário), e então se converte no "dragão de luz vivente". Essas etapas são nutridas pela Energia que flui através da coluna vertebral, por intermédio do cordão vertical (eixo magnético) que se forma do chacra Coronário ao Básico.
 Esta é uma representação da energia kundalini: uma Energia Divina que vem da terra, que é básica para a nossa existência, e que desperta quando tomamos consciência de que somos espíritos imortais vivendo importantes experiências na carne (“a serpente que estava enrolada sobre si mesma desperta e se transforma na serpente da sabedoria”). Essa tomada de consciência (da nossa origem Divina) desperta a kundalini, que nos traz o prazer de viver, gratidão pela Vida etc., ao subir pela coluna vertebral até ao chacra da Coroa, onde se encontra com as Energias que vêm do Alto, numa “explosão” fantástica de Energia e Luz (“e a serpente da sabedoria se transforma no dragão da luz vivente”).
Essa reflexão nos dá uma idéia da Grandeza da Criação, presente em cada um de nós. Fomos criados por DEUS de forma a ter em nós todos os caminhos de acesso às Energias essenciais para alimentar nosso espírito enquanto encarnado: o chacra Básico sustenta a nossa vida na carne, porém associado ao chacra da Coroa, que capta as Energias do Espírito imortal. Essas duas Energias unidas nos dão “pé no “chão” e o despertar da espiritualidade, o caminho do êxtase. Podemos compreender, finalmente, que tudo está interligado (matéria/espírito), que “o céu pode estar aqui”, pois não existem “separações” na Criação Divina...
 Bom funcionamento deste chacra- Dá à pessoa um sentido prático da vida, senso de administração, “pé no chão”. Suas idéias são bem definidas e fecundas, seus projetos são realizáveis. Tem bom discernimento espiritual; consegue usar sua criatividade; tem habilidade e senso de organização.
 Mau funcionamento deste chacra- Provoca falta de equilíbrio emocional, falta de ânimo e de força para tomar decisões e agir; desgaste físico; tendência para a “dramatização” (a pessoa não vê saída para suas dificuldades; pensamentos negativos e confusos; excesso de ilusão). Gera perda de vitalidade, podendo ocasionar gripes e/ou viroses constantes, doenças do sangue, reumatismo, artrite, problemas na coluna, alergias, cicatrização lenta, debilidade óssea e fraturas, impotência sexual, frigidez.
 Quando o Básico está pouco energizado, a pessoa tende a negar suas necessidades materiais, dá muita ênfase aos aspectos sentimentais e místicos, não tem “o pé no chão”. Tem dificuldade de permanecer num trabalho ou num emprego; seus recursos parecem “sumir”, não rendem o suficiente. No amor, faltará espontaneidade na relação e pode haver um sentimento de posse do ser amado (medo da entrega, medo de perder).
 Já quando muito ativado, o Básico tende a gerar um forte apego, excesso de materialismo, excesso de agressividade, irritação e rigidez na forma de a pessoa lidar com as necessidades materiais de sobrevivência. Poderá negar seus sentimentos e emoções, desqualificando-os; às vezes, até negando a existência de Deus e a realidade não tangível (“morreu, acabou...”; “só existe aquilo que posso pegar e tocar...”; “viver é competir, então preciso ganhar a qualquer preço”... etc.). Um desequilíbrio mais acentuado pode gerar: cobiça; complacência na brutalidade; dificuldade de se apresentar de modo criativo, espontâneo e flexível; dificuldade para a expressão espontânea dos sentimentos e sensações; agir e reagir de forma compulsiva; tensão, pelo desejo de controle da sua posição na vida. A pessoa terá dificuldade no dar e receber (níveis psicológico, emocional e sexual), impedindo-se de ter sentimentos e relações espontâneas.
 Os bloqueios nesta região relacionam-se com a capacidade de soltar e transcender, de ir além das preocupações puramente materiais.
 O ponto chave é: deixar fluir, deixar que a Vida Maior nos conduza (sem cruzar os braços!), pois a Vida flui naturalmente. É deixar-se conduzir pela Inteligência Divina Amorosa que preside a todos os mecanismos e processos vitais!
 Glândulas relacionadas ao chacra Básico: Ovário, Testículos e Próstata.
 Cor de vibração do chacra Básico: Vermelho
 Partes do corpo regidas: A coluna vertebral, os rins, o aparelho reprodutor e os membros inferiores. As musculaturas que podem ser envolvidas por um bloqueio nessa região são: glúteos, diafragma pélvico, músculos internos da barriga e da região lombar (abdominais, lombares, lombo sacrais e glúteos médios).
 Pessoas com estes bloqueios podem apresentar hemorróidas, dores lombares, tensão nas pernas e pés, problemas nos aparelhos urogenitais e dificuldades sexuais.
Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá