NOSSA CASA

27 de mar. de 2012

ORIGEM DA PALAVRA “UMBANDA”


             Existe uma grande confusão sobre a origem e o significado da palavra “Umbanda”. Há muitas interpretações sobre essa palavra, uns dizem que é Luz Irradiante, outros dizem que é Banda de Deus, há os que dizem que é Corrente Espiritualista Luz de Deus, Legionários de Deus e vai por aí afora.

Vamos conhecer algumas interpretações:

1) Palavra de origem africana, designando o grão-sacerdote do culto Banto ou invocador de espíritos.

Na África em terras Bantas, muito antes da chegada do branco, já existia o Culto aos Ancestrais, que no Brasil foi chamado de “guias”.

Também era conhecida a palavra “mbanda” (umbanda) que significa “a arte de curar” ou “o culto pelo qual o sacerdote curava”. Os sacerdotes da “mbanda” eram conhecidos como “kimbandeiros” – Kimbanda.

- KI significa “O Comunicador, o Intermediário”

- MBANDA significa “O Além - onde moram os espíritos”

- KI-MBANDA significa “Comunicador com o Além”

Encontramos antiga referência literária do termo Umbanda em “Contos Populares de Angola” de Heli Chaterlain de1889. Lá a palavra Umbanda aparece como: curador, magia que cura, sinônimo de Kimbanda.

2) Palavra considerada a “Palavra Perdida” de Agartha, um vocábulo sagrado da língua Abanheenga, que era falada pelos integrantes do tronco Tupy (quando falamos “Tupy” não nos referimos a esses índios que os portugueses conheceram e sim às Tubabaguaçus, a primeira encarnação dos Espíritos de altíssima elevação espiritual, que auxiliaram outros Espíritos recém-chegados a este planeta (entenda esfera espiritual) que reencarnaram dando origem aos Tupynambás).

Diferente da primeira interpretação, diz-se que este termo não foi trazido da África pelos escravos, pois somente se encontram registros de sua utilização depois de 1934 entre os cultos de origem afro-ameríndia. Antes disto, somente alguns radicais eram reconhecidos na Ásia e África, porém sem uma conotação sincrética religiosa.

O termo Umbanda, então é respectivamente: AUM - BAN - DAN. Sua tradução pode ser comprovada através do alfabeto Adâmico ou Vattânico revelado ao Ocidente pelo Marquês Alexandre Saint-Yves d’Alveydre, na sua obra “O Arqueômetro”.

- AUM significa “A Divindade Suprema”

- BAN significa “Conjunto ou Sistema”

- DAN significa “Regra ou Lei”

AUMBANDAN significa “O CONJUNTO DAS LEIS DIVINAS”

3) Palavra de raiz sânscrita, a mais antiga língua da Terra-raiz mestra dos demais idiomas existentes no mundo, sendo a junção dos termos Aum + Bandha.

- AUM - significa a sílaba sagrada, a unidade de três letras, a Trindade na Unidade (A representa Vishnu; U representa Shiva e M representa Brahmâ).

- BANDHA - significa laço, ligadura, o elo entre os planos, divino e terreno.

A palavra mântrica Aumbandha foi sendo passada de boca a ouvido e chega até nós como Umbanda.

4) Uma palavra que significa a união entre o Divino e o Terreno, a ponte entre a Divindade e a Humanidade.

- UM significa “Deus - o Supremo Espírito”

- BANDA significa “Povo da Terra - Grupo ou Facção”

Que se pode traduzir por “DEUS AO NOSSO LADO” ou “AO LADO DE DEUS”.

Como podemos ver, a palavra Umbanda é mais um grande mistério, não podemos ter total certeza de sua origem, é provável que o intercâmbio entre os povos antigos da Índia e do Egito tenham chegado às tribos africanas bantu, criando a palavra “mbanda”, gerando a palavra Umbanda.

O importante é saber que a Umbanda é uma Religião natural que segue minuciosos ensinamentos de várias vertentes da humanidade.

Ela traz lições de amor e fraternidade, sendo cósmica em seus conceitos e transcendental em seus fundamentos.

É uma religião que prega a Paz, a União e a Caridade.

A Essência e os Conceitos básicos da Lei de Umbanda fundamentam-se em:

- Existência de um Deus único.

- Crença de entidades espirituais em evolução.

- Crença em Orixás chefiando falanges que formam a hierarquia espiritual.

- Crença em Guias mensageiros.

- Na existência da alma.

- Na prática da mediunidade sob forma de desenvolvimento espiritual do médium.

E a essência do significado da palavra Umbanda, no entanto, continua a mesma: a penetração da Luz de Deus no coração do ser humano.

Abraços e Luz,
Mãe Solange de Iemanjá

21 de mar. de 2012

O grande plano do baixo astral....

Hoje pela manhã recebi a mensagem abaixo do amigo Nadir (pai no Santo do terreiro 7 flechas), desconheço a fonte mas, achei de grande valia postar para a reflexão de quem se dispor a ler.

Boa Leitura, abraços e luz,
Mãe Solange de Iemanjá


Certa vez, o senhor das trevas chamou toda a hierarquia infernal a fim de traçar os planos para implantar o mal em toda a humanidade. Outras reuniões como essa já haviam ocorrido em tempos passados, mas agora, com o advento de novos tempos, há necessidade de uma nova organização das trevas para atualizar seus planos contra a humanidade.

Então, os demônios de alta patente se reuniram e, atentamente, ouviram as instruções de seu chefe.
“Invoquei a presença de todos aqui com o objetivo de transmitir as diretrizes gerais para os novos tempos, a fim de se fazer do planeta Terra, na atualidade, um mundo cada vez mais sofrido, onde o mal predomine finalmente.”
Cada um de vocês deve ouvir atentamente as instruções que serão passadas agora, pois delas depende todo o sucesso de nosso trabalho.
“Para subjugar os seres humanos e fazer delas verdadeiros escravos, os principais pontos que todos devem se esforçar para implementar no mundo são os seguintes:
Em primeiro lugar, vamos estimular ao máximo nos seres humanos o orgulho e o egoísmo. Esses dois pilares devem ser a chave da submissão da humanidade. O orgulho, a soberba, a arrogância e a prepotência são os principais ingredientes de nossas realizações, pois farão com que cada ser humano se sinta melhor do que os outros; quanto mais existirem pessoas que se acreditam superiores, mais essa falsa percepção terá o poder de gerar divisões, disputas e conflitos. A soberba e a arrogância fomentarão o preconceito, a discriminação e a luta pelos direitos de uns se sobressaindo diante dos direitos de outros. Do orgulho brotará o sentimento de egoísmo, que fará com que os seres humanos busquem as coisas apenas para si mesmos, esquecendo que fazem parte de uma coletividade e dela dependem. Estimulando o individualismo ao invés do coletivismo; a competição ao invés da cooperação. Vamos influenciá-los a acreditar que podem levar uma vida totalmente isolada do restante, e mesmo assim serem felizes. Faremos com que a busca de benefícios apenas em proveito próprio seja o pivô de todas as relações humanas, e como consequência, os seres humanos estarão sempre brigando entre si por pequenas migalhas e farão de tudo para passar por cima uns dos outros. Dessa forma, estabeleceremos a competitividade, a violência, as distinções de classe social, dentre outras mazelas. Isso promoverá uma grande distância entre as pessoas e produzirá indivíduos solitários e carentes.”
“Muito bom senhor” respondeu um dos demônios. “Esse é sempre um bom plano”.
“Sim, mas não é só isso” – respondeu o Senhor do Submundo – “Há ainda mais ações a serem implantadas para nosso sucesso total.”
“Em segundo lugar, vamos implantar nas mentes humanas o pecado da vaidade. Vocês devem fazer com as pessoas sejam vaidosas a todo custo. Façam com que elas dêem mais atenção ao exterior do que ao interior. Se conseguirem isso, elas verão apenas a imagem que se encontra na superfície e serão cada vez menos capazes de enxergar além e ver aquilo que jaz oculto no interior de cada um. Isso contribuirá para a criação de pessoas mais voltadas às aparências do mundo e menos capazes de enxergar as coisas como elas realmente são. Vamos também confundir as pessoas e fazê-las acreditar que vaidade e autoestima são a mesma coisa; assim uma pessoa que cuida excessivamente de sua aparência terá a impressão que gosta de si mesma, que se ama, quando a verdade é o contrário disso. Quanto mais uma pessoa é exageradamente ligada a sua aparência, mais defeitos ela vê em si mesma, menos ela se aceita e consequentemente, menos ela se ama. Vamos promover a indústria da moda, dos cosméticos e das revistas de beleza para que as mulheres se sintam cada vez mais desajustadas e se voltem menos para as coisas que interessam – como o amor, o conhecimento, a paz, a sabedoria – e se voltem mais para o supérfluo e aquilo que é passageiro.”
Os demônios ouviam com atenção e curiosos sobre as próximas instruções do mestre das trevas.
“Em terceiro lugar, vamos promover ações principalmente no plano monetário, no mundo do dinheiro. Vamos estimular a cobiça, o sentimento de posse, e divulgar a ideia de que o ser humano mais realizado é aquele que possui mais sucesso profissional, mais bens, mais dinheiro guardado. Vamos confundir a mente das pessoas e fazê-las acreditar que o dinheiro é tudo na vida, e que todo o resto é secundário. Levando uma vida toda voltada à sobrevivência e à aquisição de bens materiais, não sobrará tempo para a família, para o encontro consigo mesmo, para leituras e para o conhecimento, para a reflexão, a oração e a meditação. Vamos fazer do dinheiro o píncaro da realização pessoal, assim não sobrará tempo para o que realmente é importante. O dinheiro não deve ser apenas um instrumento do viver, deve ser, isso sim, o fim da vida, seu objetivo primordial, a meta derradeira de todos os seres humanos. Quanto mais os seres humanos buscarem no dinheiro a realização, mais eles ficarão frustrados por não a encontrarem; ficarão tristes, deprimidos, solitários, carentes e vulneráveis. Fecharão os olhos para tudo e todos e se dedicarão, quase com exclusividade, ao sucesso do mundo da acumulação de capital. Eles ganharão mais e mais dinheiro, mas ainda assim não estarão satisfeitos, e vão buscar mais e mais, e nem vão desconfiar que o dinheiro nunca poderá preencher o espaço interior vazio do seu coração. Por outro lado, vamos fazer as pessoas serem consumidoras por excelência: toda a vida humana deve estar voltada ao consumo, mesmo que os bens consumidos sejam desnecessários. Faremos da compra algo ritualizado, que gera prazer e contentamento pessoal, assim as pessoas vão buscar fora de si algo que só poderia ser conquistado dentro. Vamos enganá-los com a ideia de que o dinheiro pode comprar tudo. Precisamos agir no mundo de tal modo que, aqueles que não têm dinheiro, vão sofrer pela sua ausência; e aqueles que têm dinheiro, vão sofrer pela possibilidade de perdê-lo. Tanto um como outro serão nossos escravos e não encontrarão a verdadeira realização: a realização espiritual”.
Os demônios apreciaram muito a explanação, e estavam sedentos de novas instruções.
“Além desses três aspectos” – continuou o senhor da escuridão – “há outros dois que devemos investir com todas as nossas forças, a ciência e a religião:
“Com relação à ciência, devemos tomar todas as medidas para que ela se torne materialista, tecnicista e voltada apenas aos interesses econômicos. A ciência precisa ser apenas técnica, sem alma, e tudo que se faça nela deve responder a interesses de grandes empresas; os cientistas devem estar sempre subjugados a grupos econômicos, para que suas ações não sejam livres e independentes. Isso ajudará a fazer com que a pesquisa científica seja controlada por grupos pequenos, que serão os detentores do direcionamento que será dado a trajetória da ciência. Expurguem completamente do campo científico qualquer debate sobre os limites éticos do conhecimento e disseminem a ideia de que, para o conhecimento humano, não há barreiras éticas e humanas. Faremos as pessoas dependerem completamente da tecnologia, a ponto de fazer com que uma ruptura no sistema seja a causa de um colapso geral. Assim, cada vez mais as pessoas vão acreditar que dependem da tecnologia e estão subordinadas a ela. Por outro lado, façam de tudo para que a ciência se torne dogmática, assim como a religião, e que haja uma constante disputa entre ambas, mesmo que em essência tanto a ciência como a religião seja duas faces de uma mesma moeda. Vamos estimular nos cientistas a preservação conservadora dos conhecimentos: fazer ela mais dogmática e menos investigativa, um verdadeiro depósito de certezas. Façam com que os cientistas não percebam que o conhecimento científico sempre possui um prazo de validade. É preciso traçar com firmeza e de forma bastante definida os limites que separam a ciência da religião, e que essa linha limítrofe se torne praticamente intransponível, pois com essas barreiras, os conflitos entre ambas vão desgastar, minar e atrasar o desenvolvimento de uma e outra, fazendo com que o ser humano precise escolher entre uma das duas e que sua consciência fique dicotomizada, totalmente dividida e em permanente conflito. De toda forma, é importante também descartar completamente qualquer intercâmbio entre essas duas formas de conhecimento, e rechaçar com veemência as novas pesquisas que ajudem a aproximar uma da outra. Os cientistas só devem acreditar naquilo que veem e acreditar que nada exista fora da ciência. Além disso, façam de tudo para deixar a consciência totalmente de fora da pesquisa científica, e estimulem ao máximo os cientistas a buscarem reduzir a realidade a um mero aglomerado de átomos inertes e sem vida. Façamos principalmente a ciência acreditar no acaso; acreditar que tudo surgiu do nada e para o nada retornará; façamos os cientistas acreditarem que a vida não tem um significado e que cada modelo científico é definitivo, e que deve resistir ao máximo à prova do tempo, mesmo que existam muitas evidências em contrário.”
“O segundo aspecto é a religião. Desde o primórdio dos tempos nós atuamos nas religiões, mas agora precisamos nos manter firmes nessa empreitada, pois a religião, caso seja transformada, tem o poder de mudar muitas coisas. A primeira e principal ação a ser reforçada nas religiões é, como vocês já sabem, estimular o fundamentalismo, o fanatismo e o dogmatismo. Os fiéis de um credo, qualquer que seja ele, devem acreditar piamente que apenas a sua religião é verdadeira e que todas as outras são falsas. Façam com que eles leiam os livros sagrados e os interpretem sempre ao pé da letra; façam com que eles não percebam a sabedoria oculta por detrás dos símbolos; deixe que eles acreditem que não há um significado simbólico nos ensinamentos, e que há apenas uma verdade literal, que deve ser conservada imutável a todo custo. Tornem todos eles submetidos sempre a uma hierarquia sacerdotal, que deverá lançar as bases do que se deve acreditar e do que não se deve acreditar. Assim, ninguém poderá promover mudança numa religião, pois tudo emanará da cúpula sacerdotal.”
“Façam também com que eles pensem que apenas alguns líderes têm o contato com Deus e que apenas eles podem servir de intermediários. Não permitam, em hipótese alguma, que os seres humanos descubram que eles não precisam de um intermediário entre o ser e o divino, e que a verdade pode ser alcançada pelo amor, pela sabedoria, pela compaixão e pela caridade. Procurem extirpar completamente dos cultos o silêncio, a oração e a meditação. Façam os rituais e as reuniões religiosas parecerem cada vez mais um show, com gritarias, barulho, orações repetidas e sem alma. Cuidem para que os líderes religiosos sejam adorados, que seu ego seja cultuado e que eles sejam encarados como semi-deuses na Terra. A personalidade dos líderes deve prevalecer sobre o conhecimento que eles propagam. Algo muito importante, e que não pode faltar nas religiões: a ideia do medo e do pecado. Façam com que as religiões amedrontem as pessoas, com noções de céu e inferno, e influenciem-nas a acreditarem que, uma vez no erro, não há redenção possível nem possibilidade de corrigir suas faltas. Não permitam, de modo algum, que surjam aqui e ali ideias de universalismo religioso, de ecumenismo e integração entre as várias crenças: as religiões devem competir umas com as outras pelos seus fiéis, e estes devem ser coagidos psicologicamente a permanecer toda a vida pertencentes a uma mesma denominação, sem nenhum questionamento. Façam com que o amor pareça uma coisa piegas, sentimentalista e sonhadora; façam com que a compaixão seja confundida com fraqueza; que a humildade seja considerada submissão; estimulem os adeptos a julgarem outras pessoas em nome da fé, e a separarem totalmente a teoria da prática, ou seja, a não incorporarem em suas vidas os mais elevados princípios morais de sua religião. Além de todas estas, há algumas ações menores, porém não menos importantes: façam os fiéis acomodados e anestesiados diante do mundo; façam os líderes religiosos controlar a vida dos membros; façam os fiéis debaterem sempre os mesmos temas e ficarem girando em círculos, sem saírem do lugar; estimulem ideias do tipo: ‘nós’ contra ‘eles’; façam com que eles se sintam pequenos e fracos diante do líder e da grandeza da religião; façam com que os membros se fechem mais dentro de si mesmos e se alienem do meio; promovam uma adoração desmedida da figura do mestre em detrimento do estudo e da prática dos seus ensinamentos originais. Com essas medidas, as religiões continuarão servindo aos nossos propósitos.”
Os demônios, muito interessados, anotavam tudo e procuravam assimilar cada aspecto citado, para que seu trabalho junto à humanidade fosse mais eficiente.
“Há agora alguns outros elementos em que devemos investir…” – disse o príncipe das sombras – “e eles são de extrema importância na modernidade”.
“Quanto à televisão, vamos fazer com que ela sirva aos nossos propósitos. Ao invés de ser um veículo de educação e civilidade, faremos com que se torne um amontoado de propagandas bastante sedutoras. Mesmo que as pessoas não precisem dos produtos anunciados, vamos criar nelas a necessidade de obtê-los, para pensarem que necessitam de muitas coisas para serem felizes. Faremos com que seja promovida a vaidade, a sexualidade desregrada, a cobiça, a alienação, a soberba e a arrogância. Vamos promover uma inversão de valores, e fazer com que as pessoas se atenham ao superficial. Quanto mais elas se detiverem nas imagens sedutoras da telinha, mais elas esquecerão de encontrar a sabedoria dentro de si mesmas. Valorizem o mundo do entretenimento; coloquem homens e mulheres sem roupa e sensuais, para despertar os instintos mais primitivos; tratem as mulheres como objetos na TV e nas revistas, e mostrem-nas apenas como um corpo bonito, porém sem essência, vazio por dentro. Façam uma imprensa tendenciosa, que não represente as diferentes forças sociais, mas que apenas preservem os interesses dos poderosos do mundo. Usem a arma da informação para manipularem a vontade as mentes das pessoas, e o melhor de tudo, façam com que elas pensem que as opiniões são delas mesmas, que as ideias apresentadas nasceram de seu pensamento, assim elas dificilmente perceberão que estão sendo manipuladas. Elas irão acreditar firmemente que as ideias surgiram em suas mentes, e assim jamais vão questionar algo que, segundo creem, teria sido gerido e processado pelo seu pensamento (mas que em realidade não foi). Os homens jamais podem se defender de algo que não conhecem e não percebem. Se eles não perceberem que estão sendo manipulados, não serão capazes de resistir à nossa dominação. E não se esqueçam: veiculem na TV a todo momento cenas de violência, para que os atos criminosos fiquem bem assentados no inconsciente coletivo, pois dessa forma, a violência se tornará corriqueira, comum e natural, pois, assim sendo, quase não será questionada seriamente com ações concretas. Só mostrem o negativo pela TV, ocultem ações positivas e humanistas, para que as pessoas acreditem que o mundo é essencialmente mau e que não há esperança de ser diferente.”
“Quanto à música, vamos retirar seu caráter de elevação da consciência humana, de contato com as emoções, do dinamismo imaginativo e criativo e de conscientização social. As músicas devem, assim como a TV, estimular a alienação e a degradação sexual. Em vez de conservar viva a tradição de um povo, com sua identidade, ela deve, ao contrário, fazer o ser humano esquecer suas origens. Um povo sem memória é muito mais propenso a repetir os erros do passado, reeditando antigas mazelas, sem aprender com elas. A música atual deve ser cada vez mais barulhenta, pois assim o ser humano se tornará incapaz de ouvir a natureza e a si mesmo.”
“Quanto ao meio ambiente, façamos com que eles destruam a natureza, para que, dessa forma, eles destruam a si mesmos. Vamos nos empenhar para que o ser humano acredite ser o senhor da natureza; vamos estimular ações de conquista, e não de integração com o meio natural. O homem deve se impor no meio ambiente, as ruas, as calçadas, o lixo, as casas, todas devem ser construídas de modo que representem a sobreposição do homem diante da natureza, como se ele fosse seu domador. Não deixem que eles percebam que são parte da natureza, que são filhos da terra, e que a ela devem a sua sobrevivência. Não permitam, em hipótese alguma, que o ser humano encontre o elo que o une, de forma indissociável, ao seu lar natural, pois se assim o fizer, ele terá mais força, vitalidade e saúde. Estimulem ações do homem contra seus irmãos menores, os animais, e façam-nos acreditar que os animais só existem para servi-lo, e não para conviver com ele. Façamos também com que os homens se tornem cada vez mais intoxicados. Ao invés de usarem produtos naturais, que eles usem apenas produtos industrializados, modificados quimicamente, pois um homem intoxicado é muito mais vulnerável a nossa dominação do que um homem de vida natural e sadio. Estimulem a procura de remédios alopáticos que visem apenas abafar os sintomas de uma doença, para que sua causa permaneça desconhecida e não seja tratada. Tirem os medicamentos naturais de seu alcance, para que eles vivam menos de ações preventivas, e cada vez mais intoxicados com químicas que acomodem sua consciência. Estimulem o uso do álcool e das drogas, lícitas ou ilícitas: criem o hábito de se recorrer aos entorpecentes ao menor sinal de sofrimento, pois assim eles estarão mais distantes da resolução de seus conflitos internos. Façam com que os seres humanos vivam uma verdadeira era da intoxicação, pois assim eles estarão muito mais propensos a doenças, a transtornos mentais e menos dedicados a causas humanitárias e de transformação social e espiritual.”
“Para finalizar, devemos combater com força dois sentimentos humanos: a fé e a esperança.”
“Para desmerecer a fé, devemos sempre associá-la as religiões. Mesmo sendo a fé uma convicção íntima de uma realidade transcendente, precisamos influenciar as pessoas de que a fé é sinônimo de crença cega, de fanatismo e de conformismo com dogmas religiosos. Neguem a todo custo que a fé seja o sentimento íntimo de uma realidade divina, um farol que guia a um porto seguro, e preguem com toda a ênfase que todas as formas de fé são idênticas, assim as pessoas não poderão distinguir a fé genuína, que nasce de uma aproximação do ser com o cosmos, e a fé fundamentalista, que está subordinada a um conjunto de credos.”
“E finalmente, a esperança. Temos que trabalhar ao máximo para apagar a palavra esperança dos corações humanos. As pessoas precisam acreditar que não existe esperança de um futuro melhor, que nada vai mudar, que tudo sempre foi do jeito que é, e que qualquer coisa que se faça para transformar a realidade atual é pura perda de tempo, pois não trará nenhum resultado.”
Quando os demônios já começavam a deixar o local de reunião, o chefe das trevas gritou-lhes:
“Não se esqueçam: tirem a esperança deles… e façam com que acreditem que não são capazes de transformar o mundo através da transformação íntima. Isso é muito importante: não permitam, em hipótese alguma, que eles percebam que são capazes de transformar a realidade atual.”

20 de mar. de 2012

O Mistério Mediunidade





Pelos templos de Umbanda Sagrada, existe um estigma referente à mediunidade inconsciente. Esta é a modalidade mais almejada por diversos seguidores. É o estágio considerado máximo no desenvolvimento mediúnico.

Diante deste grande e grave engano, é que trazemos o “Mistério Mediunidade” na confirmação da coroa consagrada da filha de fé Solange. Filha de Iemanjá e Ogum, servidora a partir da consagração de todos os Orixás.

“Mistério Mediunidade”

O que a grande maioria esquece ou por desequilíbrio se deixam manipular bloqueando a capacidade de raciocínio, é que as Leis de Deus são “Imutáveis”. Ou seja, não mudam sob circunstância alguma, pois são elas que regem nossa criação e evolução. São várias as leis divinas provindas desta inteligência astral, que denominamos Deus. Uma delas, talvez uma das mais importantes, se é que é possível qualificá-la desta maneira em detrimento as outras, é a lei do “Livre Arbítrio.”

E o que nos diz a Lei do Livre Arbítrio?

Ela deixa bem claro que, somos completamente livres, individuais, podendo assim, fazer nossas escolhas de acordo com a evolução e o conhecimento que possuímos; e conseqüentemente responderemos por elas. Ou seja, seremos responsabilizados ou recompensados por tudo que advir de nossas escolhas, sejam elas destinadas a outrem ou a nós mesmos.

Por esta razão, usando um pouco de bom senso, logo perceberemos que essa “tal mediunidade inconsciente” trata-se de uma fraude ou sinal certo de total descontrole e desequilíbrio mental, espiritual e físico do médium que a possui.

O livre arbítrio é a lei que garante ao ser o mérito de suas realizações, entregando a ele os louros por suas conquistas, não deixando dúvidas sobre elas e, também é responsável por suas derrotas onde não pode culpar outro, senão a ele próprio, pela condição em que está, por pior que seja ela.

Partindo deste princípio, instintivamente, somos todos conscientes da liberdade de escolhas e que estas são a marcha principal da velocidade de nossa evolução. Não são raros os momentos em que incomodados com alguma situação, tentamos em vão, buscar um culpado. No fundo de nossas almas, ao analisar os acontecimentos utilizando a razão, percebemos que sempre houve um instante em que poderíamos ter agido de forma diferente evitando assim, o incomodo atual.

Entendido o que é a lei do livre arbítrio, deixo uma pergunta:

Como que um médium inconsciente poderá ter o controle sobre sua matéria (corpo físico), fazer escolhas entre, fazer o bem ou fazer o mal, quando se coloca a disposição de outros espíritos para que haja uma comunicação ou inteiração com o plano físico?

Isto mesmo, fazer o bem ou fazer o mal!

O médium que é inconsciente, tanto o é, com o trato de entidades de luz, quanto com entidades das trevas. Aliás, entidades essas que são comumente trazidas e ajudadas nos trabalhos de gira de Umbanda, com o objetivo único de encaminhá-las e resgatá-las de volta ao caminho da luz, da evolução, ou seja, de Deus.

Caso uma destas entidades desencaminhadas, quando incorporadas em um médium ferir, ofender, magoar e etc., seja lá quem for ou blasfemar contra o sagrado e Deus, não se enganem, pois estes atos irão diretamente engrossar a divida desse médium em questão.

Ao receber a dádiva de um corpo físico onde se experimentará tudo e todo tipo de situações em prol de sua própria evolução, automaticamente a pessoa será o único responsável por tudo o que advir deste corpo e, esta é mais uma das Leis Imutáveis de Deus.

Portanto, é insano imaginar que Deus, que seres da envergadura astral que são os regentes planetários (os Orixás) e que seus respectivos enviados (os guias e mentores), conspirem contra um filho de fé que busca na Sagrada Umbanda, sua evolução. Retirando-lhe “o direito” de escolha dado pela “lei do livre arbítrio” e de aprendizado.

Que Deus seria este, que lhe dá um direito e ao mesmo tempo lhe impede de exercê-lo, ainda responsabilizando-o por todos os atos que fugirem ao seu controle, devido à inconsciência do transe mediúnico?

E então, o filho de fé diria: Mas por não estar consciente no momento do transe, automaticamente não seria eu responsabilizado pelos maus acontecimentos, sendo que apenas minha matéria (corpo) é que foi utilizada no trabalho e não minha razão?

E eu lhe respondo: Disseste bem filho meu, “sua matéria”, isto é o mesmo que dizer, “sua responsabilidade” por conscientemente em um trabalho espiritual, que você se dispôs a participar, entregar seu corpo a uma entidade que causou danos ao próximo.

Filhos de fé, o melhor caminho é e sempre será a razão, a simplicidade e o bom senso. Se há uma lei imutável, essa lei agirá independentemente da loucura ou desequilíbrio em que um dia vocês mesmos se colocaram. O momento é chegado, cabe a vocês escolherem o caminho a seguir.

Essa inconseqüente postura adotada por vários filhos de fé foi se arraigando desde a muito, se dá por pura ignorância por parte de médiuns desavisados e incautos que supõe que a credibilidade de suas manifestações mediúnicas assim, será garantida.

Ou então, existem aqueles que utilizam deste subterfúgio, como forma de soberba, passando a impressão aos outros componentes da corrente mediúnica e a assistência que ele é superior e que atingiu um grau de elevação maior que os demais, formando uma frágil e desestruturada aura de respeito e reconhecimento.

Sim, é isto mesmo, frágil e desestruturada! Esta postura sustenta-se por curto período de tempo, logo as várias contradições denunciarão o ato de fraude, e este será justamente rejeitado por todos aqueles que de boa fé o respeitava e reconhecia. O tempo que esses ditos médiuns inconscientes desfrutam de regalias utilizando este subterfúgio e o nome de seus guias e mentores, é o mesmo que é necessário para que os que estão ao seu redor aprendam um pouquinho mais sobre a espiritualidade, a partir daí é inevitável que todos virem-se contra estas atitudes ou que permaneça no local, apenas os afins. São eles tão inconseqüentes que ao praticarem esta fraude não percebem que automaticamente envolvem o nome “sagrado” de seus guias e mentores neste lodal e que essa atitude será inevitavelmente acertada no futuro. Ao compreenderem e evoluírem pedirão pela oportunidade de resgate.

Este tema é muito mais importante do que parece ser. Graças a essa conduta reprovável, principalmente quando parte dos dirigentes dos templos, assim como de seus aliados afins, levam muitos médiuns iniciantes valorosos, que futuramente realizariam trabalhos significantes na seara da Umbanda, a desistirem de seu desenvolvimento (processo de aprendizado), ao perceberem que a “tal mediunidade inconsciente” não ocorre em suas manifestações mediúnicas, o que os leva a imaginar que não são tão bons com deveriam ou mesmo que é uma fraude prestes a ser desmascarados. Nestes casos, a evolução destes médiuns, não permite que eles continuem trabalhando, já que se imaginam errados ou inadequados e, se vão, deixando para trás uma linda missão que estava frutificando e também os verdadeiros fraudadores, que denigrem a imagem de nossa tão sagrada Umbanda.

O verdadeiro médium, aquele que trabalha no intuito único de se melhorar e evoluir, trás em seu íntimo o respeito devido aos mentores espirituais e acima de tudo e de todos á Deus.

Estes desprezam a conduta manipuladora e fraudulenta existente em tantos templos. Possuem evolução suficiente para compreenderem o quão maior é o campo de atuação astral e, que sendo parte da criação divina, se integram através de suas individualidades e conhecimento num esforço contínuo para se manterem em condições concretas de se afinizarem com seus mentores, e assim juntos, alcançar resultados adequados para todas as situações que os envolvem nos trabalhos espirituais.

Ao contrário do que se imagina um bom médium, principalmente de gira de Umbanda, onde o trato com entidades do baixo astral e suas façanhas são constantes, com o tempo de trabalho mediúnico tende e deve buscar sua “Hiper-consciência”.

Esses médiuns ao longo dos anos passam a ver e ouvir, perceber e sentir, compreender e interpretar com aguçada sensibilidade sensorial, cada energia atuante no templo onde trabalha. Seu equilíbrio emocional, psíquico e físico o faz segurar, bloquear e até mesmo rechaçar entidades malignas ou energias destrutivas.

Quanto maior o equilíbrio e a hiper-consciência, menor é a atuação farfalhona no plano físico. Tudo é feito com segurança, seriedade e calma, onde os conhecimentos do médium e de seus mentores serão utilizados em conjunto.



Por esta e outras razões é que é de suma importância que o médium que se dispor a trabalhar no giras de Umbanda Sagrada interesse-se em constantemente estudar e aprender para se aperfeiçoar nas mais diversas áreas magísticas utilizadas nos trabalhos dos templos.

Assim como um médico ou um advogado da vida física que constantemente atualizam-se em seus conhecimentos e procedimentos, um médium responsável também precisa agir da mesma forma. Apesar de não possuir um diploma reconhecido pelas leis terrenas, ele assim como o médico e o advogado, lida diariamente com vidas, podendo por tudo a perder cometendo um simples erro, o que fatalmente será cobrado, senão pela justiça dos homens, invariavelmente será pela de Deus.

Não podemos deixar de explicar um fato que ocorre até com freqüência com os médiuns, que é o esquecimento dos fatos ocorridos durante os trabalhos. Mesmo hiper-conscientes não se pode ignorar que a maior parte dos pensamentos e atos são trazidos pelos mentores espirituais no momento do trabalho, sendo assim, não é o médium quem elabora e raciocina o que será feito ou dito.

 Ele, o médium, apesar de atuante durante todo o tempo, se mantém numa posição de expectador, sendo assim, após algumas horas do término do trabalho, se o assunto que estava em questão não o interessava ou se a energia não lhe era afins, ele sofre um esquecimento do fato ou de grande parte dos detalhes, mas nada que não se resgate se houver alguém que lhe ajude a lembrar.

Que fique aqui reforçado o fato de que esse “esquecimento” e não “inconsciência”, se dá por não ser o médium quem raciocina a questão no momento do trabalho, colocando-se como mero expectador.

Eis aqui o “Mistério Mediunidade”, estudem, reflitam e, como já disse o grande regente planetário Jesus, que ouça quem tenha ouvidos para ouvir.

        

Que Deus abençoe a todos, em seus seres individuais,



Pai Tomé de Angola.
Pela médium Solange Costa
29.09.08

15 de mar. de 2012

Mensagem de confirmação... Paulo Ribas

Como todos poderão ver, a aula passada do TUCAL dizia justamente da reurbanização que o planeta Terra está passando.

Uma das médiuns da casa, seis meses antes da casa ser aberta e um ano antes dela própria fazer parte da nossa corrente, recebeu a mensagem abaixo e ela encontrou esta mensagem justamente agora, vejam como é interessante.


Mensagem psicografada pela médium Silvana Speranza
Pelo espírito de Paulo Ribas.

De repente, acordei ...  Eu não vou pro céu?
Aprendi desde cedo, que existia um lugar em que os bons iriam para lá.
E hoje percebo que as historias que me contaram quando criança, não eram tão
verdadeiras.
Bastava ser boazinha e não fazer artes para merecer o tal céu...
Foi quando perguntei ao meu mentor... Vou pro céu?
E ele me respondeu:
 - É minha menina o tal céu não é bem como vocês imaginam.
Porém existe algo muito verdadeiro quando o Mestre disse:
- Existem muitas moradas na casa de meu Pai.
E é para elas que iremos sempre, digo iremos por que também faço
parte deste todo, invertendo a cada encarnação o lado de trabalho.
Mas o céu ensinado nas histórias das igrejas não é exatamente como vocês
imaginam, existem sim lugares onde o Amor e a Paz reinam plenamente, mas
precisamos de muito esforço e muita evolução para podermos chegar nestes
lugares onde todos estão somente para o bem e para um trabalho constante
para evolução dos planetas, e vários de nós temos obrigações com relação a  este
trabalho divino em busca do auxilio a evolução de todos os irmãos.
Onde somente o ser bonzinho não basta, será necessário ser verdadeiro e pensar
Realmente no seu próximo como um todo, como aquele que realmente deverá ser
ajudado para evoluir,  e este trabalho é de mãos dadas, onde o egoísmo, a inveja a
luxúria e outros pensamentos mesquinhos e individuais não terão mais espaço.
Terá que acabar o ciclo da hipocrisia onde olhamos e achamos tudo lindo e maravilhoso.
Mas por traz da máscara existe um coração duro incapaz de pensar em seu irmão.
A época da verdade esta chegando e lutamos para podermos ser os escolhidos e não
somente os chamados.
Vamos nos unir e trabalhar nesta evolução, que esta muito difícil por conta de senimentos pequenos.
Vamos ouvir o que os grandes espíritos vieram nos ensinar.
Vamos nos conhecer melhor e pensar no nosso próximo, e fazer com que no final,  tenhamos dado o melhor de nós. Parece muito difícil, mas não é, devemos apenas, cuidarmos de nossas vidas com muito amor e colocar nosso coração a frente de nosso trabalho. Nossa caminhada é longa, mas devemos nos dar as mãos formando uma verdadeira corrente, mudando hábitos, conceitos e limpando nosso coração, para realmente sabermos que, no final, teremos subido mais um degrau.
Vamos nos unir, e trabalharmos com amor verdadeiro.
Muita Paz e  Luz a todos.
Paulo Ribas Mascatto
1813 Minas Gerais

13 de mar. de 2012

Reurbanização do Planeta Terra









O MOMENTO É O AGORA!



         Umas das coisas que acho muito interessante é esse intercâmbio que existe no plano astral. A cada novo passo dos projetos astrais vários médiuns, de várias localidades, sem qualquer tipo de contato entre eles, recebem ao mesmo tempo as mesmas informações trazidas pelos seus mentores. Ao divulgarem o recebido, talvez com admiração, confirmam tais informações. Durante a codificação elaborada por Kardec, este foi um dos pontos averiguado por ele, que era o recebimento das mesmas mensagens e situações trazidas pelo plano astral através de vários médiuns.



         E é exatamente nesta situação, que abaixo deixo um texto da última da aula que recebi do Caboclo Cobra Coral e que confirmei através da palestra feita por Robson Pinheiro no encontro "Entre Médiuns".



         As personalidades mais lúcidas e inteligentes (isso não quer dizer evoluídas moralmente), já estão conscientes que todo ódio, mágoa, desafeto e desequilíbrio emocional gera formas pensamento problemáticas, inadequadas e nocivas e que comportamentos anti éticos provocam reações em cadeia de desordem.



         É interessante ressaltar, que não é necessário ser um religioso para se dar conta de tal fato e sim mentes inteligentes e observadoras, aliás, podemos até dizer que muitos religiosos ainda não se perceberam tal condição.



         Qualquer um que tiver o trabalho de atentamente observar seus pensamentos e sentimentos e as reações que isso causa em torno de si, vai perceber claramente que tudo que é anti ético, gera situações de desordem e desequilíbrio em sua vida.



         Muitos, diante de tais situações desorganizadas, assustados com tamanha confusão acabam buscando culpados fora de si, como os obsessores, ou então, culpam o sistema, o governo, a família e etc, mas se fizessem uma auto analise, sem paixão e distanciados do vitimismo, iriam perceber que o que provocou todo infortúnio foi exatamente a atitude  sua mental.



         A mente plasma tudo a seu redor, o pensamento é o grande arquiteto de tudo. Absolutamente tudo é gerado em primeiro lugar através do pensamento para só então se transformar em algo real.



         Os planetas vizinhos da Terra se ressentem de tudo o que ocorre na humanidade, foi por esta razão que próximo dos anos 40 e 50 ocorreu um grande avistamento de naves extraterrestres, principalmente sobre os países chaves da época, como:

- EUA  - Alemanha  - França  - Inglaterra  - Japão - China, entre outros.



         Isto aconteceu devido as explosões nucleares e a enorme quantidade de ectoplasma que foi exalado da vida que estava sendo depósito a Terra. Estas situações gerou como se fosse um raio, que saiu do planeta em direção às dimensões próximas, afetando assim, a vida das cidades e organizações espirituais (Nosso Lar, Aruanda, etc), como também de outros mundos e eles começaram a vir para a Terra no sentido de apoiar o trabalho dos guardiões para evitar que novamente se repetisse o mesmo processo de desequilíbrio que ocorreu na segunda guerra mundial.



         Nota-se que esse interesse não se deu pelo fato de que são bons e sim porque os ocorridos em nosso planeta estava afetando diretamente a vida no planeta deles, o que comprova o fato de que somos interligados e que somos UNO. Desde então, vários espíritos começaram a ser treinados e preparados para atuar diretamente na tarefa de limpeza das regiões umbralinas no projeto de reurbanização do nosso planeta.



         Tudo o fazemos na Terra afeta o sistema inteiro, os espíritos nos falam da lei chamada repercussão vibratória, ou seja, através dessa lei, o que ocorre na Terra inevitavelmente repercutirá em todas as camadas da vida e das civilizações extra físicas, atingindo: Mercúrio  - Vênus  - Lua  - Marte  - Júpiter  - Saturno  - Urano  - Netuno  - Plutão, um pouco mais além  - Marduk, e depois os sistemas solares, e tudo sofrerá a repercussão vibratória.



         Foi esta a real causa que trouxe os extraterrestres até nós, como já foi dito, não porque são bonzinhos e sim para preservar o sistema de vida deles que estava sendo diretamente afetado com as emanações exaladas do nosso planeta. Verificamos assim, que essa reurbanização que o planeta Terra passa hoje, trata-se de uma causa universal, porque se algo acontecer ao nosso planeta para destruí-lo, todos serão inevitavelmente afetados, num desequilíbrio geral do sistema solar.



         O sistema solar desequilibrando, toda a constelação de Hércules a qual participa o sistema solar será desequilibrada, desequilibrando a constelação de Hércules afetaremos a constelação de Vega e assim sucessivamente a Via Láctea inteira sofrerá gravitacionalmente afetando dos os planetas numa reação em cadeia. O desequilíbrio simples gerado no planeta Terra repercutirá a milhões de anos luz.



         Assim sendo, a transição do planeta se faz urgente e imediata. A reurbanização do nosso planeta necessita ser imediata promovendo os expurgos nas regiões do umbral numa forma eficaz de equilibrar o magnetismo do planeta, ou isso ocorre agora, ou outros planetas e sistemas de vidas serão desorganizadas, os sistemas de Alfa Centauros e Vega mais próximos, que são habitados por espíritos mais esclarecidos que nós estarão eternamente comprometidos se fizermos alguma coisa em nosso planeta, assim como todos os sistemas de vida, levando a falência o projeto do Criador.



         Após as explicações acima constatamos que a necessidade da reurbanização do planeta Terra não se trata de algo religioso e sim um ato científico.



         Todos que estão dispostos e que se ocupam do bem estar do planeta, mesmo que inconscientemente estão no astral envolvidos neste projeto ao lado dos guardiões, promovendo a limpeza das regiões umbralinas.



         A espiritualidade e os sistemas de vidas extra físicas contam diretamente com o trabalho dos médiuns. Para que isso ocorra é necessário que os médiuns entrem, da mesma maneira imediatamente, no processo de auto conhecimento e trabalho de equilíbrio do emocional e mental, para poder atuar com eficácia nas regiões umbralinas, onde poderá receber ataques magnéticos e energéticos na tentativa de desestabilizar seu mental.



         O médium, justamente pela condição de encarnado possui um tesouro, que é o ectoplasma. Esta matéria fluídica é utilizada com impressionante efeito em vários níveis de trabalhos astrais, como por exemplo:

         1 - Proporcionando o choque anímico em trabalhos de transportes, onde mesmo que por alguns poucos minutos traz maior lucidez para tais entidades, oferecendo assim, uma oportunidade para que ela possa se utilizar de seu livre arbítrio aceitando ajuda e direcionamento.

         2 - Proporciona a cura do corpo astral ajudando a aliviar grande parte dos desequilíbrios do mental de sofredores.

         3 - Nos trabalhos realizados nas regiões umbralinas onde a intensidade de anti matéria (matéria altamente condensada nas regiões astrais) é muito grande, impedindo o ingresso até mesmo dos guardiões. Os médiuns, portadores naturais de ectoplasma são utilizados em desdobramento para abrir caminho. O ectoplasma causa um impacto ao entrar em contato com a anti matéria como se fosse micro explosões atômicas, que vai rasgando essa materialidade umbralina abrindo brechas que permite o acesso dos guardiões para que entrem e façam seus trabalhos.



         Compreendam que o ectoplasma é uma matéria que os desencarnados não possuem, por esta razão que a atuação de médiuns é imprescindível.



         Diante de tudo que foi exposto se conclui que é o momento da conscientização e da vontade sincera de se dispor a ser um trabalhador atuante, principalmente no mundo astral, aprendendo a trabalhar desdobrado e consciente, se defender de ataques magnéticos e ser pró ativo colocando em prática todo conhecimento adquirido durante esses trabalhos ao lado dos guardiões nas regiões umbralinas, se faz urgente.



         Compreender que nos trabalhos realizados na matéria (dentro dos terreiros) não temos como nos colocar como doutrinadores e direcionares nos processos de transportes, já que estamos na condição de esquecimento de nós mesmos. A tentativa de doutrinar um espírito desequilibrado pode ser frustrada se ele trouxer a baila nosso passado, ou até mesmo, nossos sentimentos negativos mais camuflados. Entender que esse processo material (transportes no terreiro) se dá justa e unicamente para promover o choque anímico e que a doutrinação e o direcionamento será realizado no astral e não pelos médiuns no momento do trabalho.



         Seja como for, a reforma íntima, ou melhor, o auto conhecimento nos dá uma condição confortável diante de ataques direcionados, pois conscientes do que somos não nos afetaremos porque sabemos de nossas falhas assim como já a assumimos e que escolhemos que mesmo nessa condição particular estamos engajados no trabalho da espiritualidade maior,  tendo a certeza que aos poucos, durante a caminhada iremos nos aperfeiçoando, não nos deixando assim, influência por qualquer tentativa de nos desequilibrar ou deter diante de um trabalho.



         É o momento do chamado, esta é a hora de trabalhar com seriedade deixando de lado conceitos engessados e ilusórios, promover a reforma íntima, o auto conhecimento como uma forma de defesa e progresso e se lembrar sempre:



         Que Deus não recruta apenas os santos e os beatificados e sim aqueles que desejam seguir conforme suas obras.



         Que o Pai não espera de nós a perfeição e sim a disposição para trabalhar e melhorar, que cada um será utilizado com aquilo que tem de melhor em si.



Abraços e Luz,

Mãe Solange de Iemanjá